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Ato contra trabalho escravo é realizado no TST

A Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo realizou no TST um ato para chamar atenção para esse tipo de exploração que ainda ocorre em diversas partes do país.  No evento, foram lembrados os auditores fiscais do trabalho assassinados na Chacina de Unaí, em 2004, enquanto tentavam libertar trabalhadores. Logo na abertura, o presidente do TST, Ministro Barros Levenhagen, fez uma referência às vítimas: "Realmente essa chacina envergonhou muito o Brasil, demasiadamente". 
 
As instituições ligadas ao combate ao trabalho escravo assinaram uma carta aberta à sociedade. Na leitura do documento, o vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA), Guilherme Guimarães Feliciano, reforçou a importância do envolvimento dos três poderes na luta contra a escravidão contemporânea. "O Brasil já deu sinais de que se empenha na luta contra essa chaga. Mas ele precisa avançar e ir além. A assinatura do protocolo é um exemplo público disto, a cessação da tramitação desses projetos de lei que reduzem o conceito de trabalho escravo contemporâneo é um sinal público disto", afirmou o vice-presidente.

     

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