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Anvisa autoriza consumo de pescado na Bacia do Rio Doce nos limites estabelecidos

O consumo de pescado proveniente da Bacia do Rio Doce e da região costeira pode ocorrer, mas deve ser moderado, conforme Nota Técnica divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) nessa terça-feira (4/6). A agência reguladora avaliou 11 mil resultados de análises envolvendo 76 espécies de peixes de água doce e salgada, quatro de camarão e uma de lagosta.

Segundo informações da Anvisa, o consumo diário de peixe da região não deve ser maior que 200 g para adultos e de 50 g para crianças. Esse número foi definido levando em consideração os níveis de contaminação encontrados nas amostras e os níveis tolerados de resíduos. As amostras foram coletadas e analisadas sob a coordenação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Fundação Renova, que encaminharam os resultados para a Anvisa.

A Anvisa informou que há preocupação com a concentração de mercúrio e chumbo nos peixes coletados, pois estão acima da média ideal.

Conforme a agência, é necessário um monitoramento contínuo para definir melhor o nível de segurança para o consumo de peixe oriundo das regiões afetadas pelo rompimento da barragem em Mariana (MG). A pesca na região, por sua vez, ainda não foi liberada, já que esta decisão envolve a avaliação de outros fatores que não são de competência da Anvisa.

A análise da Anvisa foi feita a partir da solicitação do Grupo de Trabalho da Pesca e Aquicultura (GT-Pesca). A nota divulgada é um instrumento de orientação para os órgãos envolvidos no gerenciamento dos danos.

Confira a íntegra da Nota Técnica da Anvisa sobre consumo de pescado proveniente de regiões afetadas pelo rompimento da Barragem do Fundão/MG.

     

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